NA DISPUTA! – Emänoelly Rozas

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Em uma partida que entrou para a história das categorias de base, o Flamengo conquistou o bicampeonato da Copa Intercontinental Sub‑20, ao derrotar o Barcelona nos pênaltis, por 6 a 5, após um empate emocionante em 2 a 2 no tempo normal.

O duelo aconteceu neste sábado (23/08), no Maracanã, diante de 45.656 torcedores, e coroou uma campanha sólida do Rubro-Negro que já era campeão da Libertadores Sub-20. A equipe baiana agora se consagra como o maior vencedor da história da competição, com dois títulos.

Flamenguistas lideram virada dramática

O confronto começou com emoção desde os primeiros minutos. A equipe brasileira saiu à frente com gol de Lorran aos 11 minutos. O cenário ficou ainda mais favorável quando o Barcelona virou o placar, mas o Flamengo voltou a reagir nos acréscimos com Iago, que empatou com cabeceio aos 96 minutos.

A dramaticidade do jogo foi capturada por relatos emocionantes, como da imprensa espanhola, que destacou: “O Barcelona não merecia tal crueldade”.

Estrelas em campo: Nannetti salva e Carbone define

Nos pênaltis, o jovem goleiro Léo Nannetti foi o grande herói. Aos 18 anos, defendeu duas cobranças decisivas e mostrou segurança incomum para sua idade. A cobrança final foi convertida por Carbone, garantindo o título para o Flamengo.

O time agora ostenta duas conquistas consecutivas da competição — em 2024, o Mengão já havia levantado a taça contra o Olympiacos.

O que significa o título?

A vitória representa muito mais do que um troféu: é a consolidação do Flamengo como referência global no futebol base. Ser bicampeão da Copa Intercontinental Sub‑20 reforça o fluxo constante de talentos que nascem na base e mostram potencial desde cedo.

A presença de crias do Ninho nas duas finais consecutivas é um sinal claro de que o clube mantém um modelo consistente de formação e aproveitamento de talentos.

Ficha técnica resumida

2025 – Rubro-Negro

Copa Intercontinental Sub‑20

Flamengo x Barcelona

Maracanã RJ

2 a 2 no tempo normal, 6 a 5 nos pênaltis

Gols do Flamengo: Lorran (11’), Iago (95’+)

Gols do Barcelona: Jan Virgili (71’), Álvaro Cortés (94’+5)

Goleiro decisivo: Léo Nannetti (defesas nas penalidades)

O legado rubro-negro

Ao brilhar em competições internacionais e segurar a pressão de decisões emocionantes no Maracanã, os jovens atletas do Flamengo demonstraram maturidade e espírito competitivo. A combinação de técnica refinada, preparação tática e apoio da torcida elevou a equipe a um patamar de excelência entre clubes formadores.

E, acima de tudo, o título deixou uma mensagem clara: o caminho para voos mais altos começa com a base — e o Flamengo, mais uma vez, mostra estar um passo à frente.

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Jornalista, publicitária, carioca, ruiva, leonina, motoqueira, dona de pet e filha do Carvalho. Informo a galera sobre esportes, cultura pop e algumas críticas de cinema. Conto histórias que estão na rotina do cidadão, do meu jeitinho carioca.

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