E ai, pahnorâmicos?! Na adolescência, a forma como a gente se enxerga pode ter muito mais valor para nós mesmos. Mais do que a realidade, a pressão estética, o padrão irreal das redes sociais, comentários de amigos e familiares podem fazer com que alguém comece a enxergar defeitos que não existem. É dessa forma que, muitas vezes, nascem os transtornos alimentares, que não tem só a ver com comida, mas também com emoções, autoestima e saúde mental.
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Mesmo sendo bem graves, muita gente não os levam a sério. Começam como dietas inocentes ou uma tentativa de perder alguns quilos. Aos poucos, entretanto, podem se transformar em algo perigoso que precisa de atenção e cuidado.
Os transtornos alimentares mais comuns são:
• Bulimia: marcada por episódios de compulsão alimentar seguidos de comportamentos para “compensar” o se que comeu, como vômitos, uso de laxantes ou exercícios em excesso. Quem vive isso muitas vezes sente culpa, vergonha ou não entende o fato como um problema, mantendo tudo em segredo.
• Anorexia: trata-se de uma restrição alimentar extrema e medo extremo de engordar, mesmo quando a pessoa já está bem magra. A imagem refletida no espelho nunca parece boa o suficiente e o corpo vira uma prisão.
• Compulsão alimentar: quando a pessoa começa a ter episódios frequentes e come muito em pouco tempo. Depois, a pessoa costuma sentir culpa, tristeza ou arrependimento.
Esses transtornos não são frescura e nem falta de força de vontade. São doenças da mente que afetam o corpo e precisam de ajuda médica. Se você ou alguém próximo parece estar passando por isso, o mais importante é não se isolar e buscar ajuda. O primeiro passo é falar sobre isso sem medo ou vergonha.
Ellen Bello
Caraminholas
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