Autor: Marcelo Teixeira

Pelos quatro cantos do país, na rua, no frevo, no trio elétrico ou no Sambódromo Cadu Pilotto/Globo • Na avenida, apresentadores, especialista e repórteres contam a história da disputa que movimenta os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo e do Rio de Janeiro; • ‘Glô na Rua’ amplia sua cobertura e vai mostrar o Carnaval em dez cidades brasileiras, representando todas as cinco regiões do país; • Globoplay, GNT, Multishow, GloboNews, G1, Gshow e Receitas entram na folia e preparam programação especial para a festa. A Globo se prepara para uma ampla cobertura do Carnaval,…

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Imagem criada por I.A. Na década de 80 do século passado, a banda gaúcha de rock Engenheiros do Havaí fez muito sucesso com várias canções. Entre elas, “O Papa é pop”. À época, creio que a repercussão se deu ao ineditismo de se referir ao chefe supremo da Igreja Católica (então João Paulo II) como pop, termo que, pelo menos, a meu ver, era ligado ao rock, à juventude e à transgressão. E é curioso observar que, hoje em dia, com o olhar distanciado, chego à conclusão que o Papa da época tinha pouco a ver com ser pop. Anos…

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Depois de Regina Duarte cantando “Tele Tema” no especial de 60 anos da TV Globo, vem aí, no Spotfy mais perto de você: 1. Neymar cantando “Cai, cai, balão” 2. Cássia Kiss cantando “Beijinho doce” 3. Malvino Salvador cantando “Se esta rua fosse minha” 4. Alexandre Garcia cantando “Segure o tchan” 5. Rodrigo Constantino cantando “Ciranda, cirandinha” 6. Luís Ernesto Lacombe cantando “Sambalelê tá doente” 7. Leda Nagle cantando “Banho de lua” 8. Carlos Vereza cantando “Se a canoa não virar” 9. Augusto Nunes cantando “Ilariê” 10. Véio da Havan cantando “Vou de táxi” 11. Antônia Fontenelle cantando “Bolinha de…

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Vamos continuar a analisar a letra da canção “Pra começar”, de Marina Lima e Antônio Cícero. Já analisamos os conceitos de pátrias, famílias e religiões, os quais, segundo a música, estão superados e se espatifarão cedo ou tarde, sendo difícil encontrar alguém que os cole. Chegamos agora aos preconceitos, e não há como falar deles sem passar pelo caso do “humorista” Léo Lins, que foi condenado a pouco mais de oito anos de prisão e pagar polpuda indenização por, segundo analisado por vários cientistas sociais e juristas, ter praticamente gabaritado o Código Penal ao proferir, num show realizado em 2022,…

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Os dias têm amanhecido tensos. Guerras por todos os lados. No exterior, países se digladiando por questões políticas, econômicas e religiosas. Todos querendo mostrar quem tem mais poder, mais armas, mais capacidade de intimidar, mandar e destruir. No fundo, homens querendo mostrar quem tem o falo maior. Sim. O resumo da ópera é este mesmo. Um bando de homens que gosta de disputar para ver quem pode mais no sexo, na maldade, na estratégia bélica e por aí vai. Uma masculinidade tóxica que dita as regras desde que o mundo é mundo. Talvez seja por isso que o feminismo assuste…

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Temos visto, e isso já vem desde um longo tempo, nações guerreando por territórios, poder político etc. Algo lamentável, pois resulta na morte de inocentes, ou seja, mulheres, crianças, idosos, homens e toda sorte de civis indefesos que estiverem pelo caminho de tamanha sanha destruidora. Gosto de relacionar os acontecimentos cotidianos, sejam bons ou ruins, com a arte, muitas vezes despretensiosa em criticar as mazelas humanas, mas que – em seus versos, letras, melodias, dramas e comédias – está dizendo muito mais do que supõe a nossa vã filosofia. Pensando nisso, resolvi visitar, neste nos próximos artigos, a canção “Pra…

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Boas histórias são sempre bem-vindas. Certa vez, durante um seminário, ouvi, de Leonor Bassères, que era colaboradora do autor de novelas Gilberto Braga: “Onde houver uma boa história, sempre haverá um público disposto a ouvi-la ou acompanhá-la”. Leonor tinha razão. Gostamos de boas histórias e paramos para ouvi-las, lê-las, acompanhá-las no cinema ou na TV… Se não fossem as boas histórias, dramaturgos como William Shakespeare e Nelson Rodrigues, autores de livros como Machado de Assis e José Saramago, só para citar alguns dentre milhares, não seriam lidos, encenados e comentados em todos os tempos para se tornarem atemporais. Digo isso…

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(Foto: reprodução/todamateria) Há alguns dias, caminhava rumo à academia de ginástica quando deparei com uma cena chata. Num ponto de táxi em frente a um supermercado, uma família esperava um veículo para pôr as compras e embarcar. Não lembro exatamente quantas pessoas compunham aquele grupo familiar, mas decerto havia o pai, a mãe e um menino com um saco vazio de biscoitos na mão. Quando eu estava prestes a passar por eles, o garoto, sem saber o que iria fazer com o pacote vazio, atirou-o no chão. Eu o apanhei, disse ao guri que lugar de lixo é no lixo…

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Há alguns anos, num programa de entrevistas, o ator e dramaturgo Marcos Caruso contou que a mãe morreu durante o parto dele. Por isso, desde a mais tenra idade, ele não tem e nunca teve mãe. E mesmo que o pai tenha se casado novamente e ele tenha sido criado com esmero pela madrasta, sempre houve, segundo ele, o vazio de não ter tido contato com a genitora. Na mesma entrevista, ele conta que, quando criança, na escola, às vésperas do Dia das Mães, a professora pediu para os alunos escreverem uma redação com o seguinte tema: Minha querida mamãe.…

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Reprodução/Internet Estudei em escola pública por toda a minha vida. A única exceção foi o pré-vestibular. E como cria da escola pública, do antigo jardim de infância ao segundo grau, presenciei alguns fatos relacionados à – vejam vocês – falta de amor. Sim, o amor passa também pelo cuidado com o que é público, a começar pelo ambiente escolar. Vou começar narrando um episódio que aconteceu quando eu tinha 6 anos. Estudava no Colégio Estadual Pedro II, um prédio imenso e antigo, com muitas salas. As turmas do jardim de infância funcionavam num espaço bucólico, um cômodo grande e comprido,…

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