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O tapete vermelho do Fofoca Awards — premiação idealizada por Keila Jimenez e Dennys Motta realizada no palco do Cine Joia, na região central de São Paulo — foi tomado pelo brilho, pela irreverência e pelo bom humor inconfundível de Nany People.
Em meio à festa que consagrou os maiores nomes do jornalismo de celebridades e ao som de atrações como o grupo Bonde do Tigrão, a artista parou para uma entrevista exclusiva com a Páhnorama e escancarou toda a sua autenticidade.
Sem filtro, Nany mergulhou de cabeça no papo sobre a nossa eterna fascinação pelo universo das fofocas, relembrou boatos hilários que já circularam a seu respeito — indo de falsas escalas para televisão até confusões na porta de motel — e abriu o jogo sobre os próximos passos de sua carreira, que incluem peças em cartáz e uma turnê internacional pela Europa.
A seguir, confira os melhores momentos dessa conversa eletrizante com um dos maiores furacões do showbusiness nacional!
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Revista Páhnorama: Nani, por que a gente gosta tanto de fofoca? Você gosta?
Nani People: A fofoca faz bem, faz da like, né? Você pisou no tomate, olha lá, pisou no tomate. A pessoa gosta do que rompe o padrão, né? Gosta, gosta E infelizmente o que o padrão é errado, a gente sempre só gosta Você vê o que dá viu, o que dá viu? Você vê uma tela e fala assim, Nani, que foi visto na porta do motel Aí você fala assim, Nani, foi vista na porta do motel com o seu pneu furado. Eu não vejo que vende a porta do motel, é isso, faz parte do ser humano, eu acho que é isso.
RP: Já teve alguma fofoca sua que saiu que você queria que fosse verdade?
NP: Já, se eu fosse contar a metade do povo que saiu que eu já peguei, eu não tava nem viva, Porque se eu peguei não falaram, ala eu sigo bem, mas sigo sempre.
RP: A maior fofoca da sua vida qual foi?
NP: Por exemplo, quando falaram que eu ia apresentar um quadro na Rede TV? Que falaram que eu ia fazer um quadro, na rede gazeta ninguém falou nada comigo, não teve esse assunto, não teve nada não.
RP: Você foi pensada para o Odete Roitmman, mulher?
NP: Aí, outra fofoca outra fofoca, boa, eu não tinha nem lembrado, tudo falácia falácia, não teve escolha, quando é oficial, eu ia falar, aconteceu, mas não teve escolta por exemplo, o Alan Fimper dizia pela novela dele que ia chamar a morte para esperar, eu ia ser a morte depois da pandemia, não pode chamar a morte, pode esperar, passou a se chamar, então, quando mais vida melhor aí, eu fui fazer a participação de corteira de motel, viria a Madame Lu quer dizer, isso, eu ia fazer a morte, não saiu, nunca saiu isso.
RP: O que esse furacão de Nani People está fazendo?
NP: Eu estou atuando, estou fazendo uma peça chamada Segunda Chance, que o Eduardo escreveu pra mim vem cá, está em São Paulo, estou viajando o Brasil. Eu vou agora para a Europa, fazer uma tourne lá com o Comissão ao Casamento, Dublin, Plaga, Porto, Lisboa e Cascais, no Youtube.
RP: O mundo é seu, mulher!
NP: Como diz o Nelson Rodrigues, a vida é transo, é dia útil, não é domínio, bravo!Faça um texto introdutório pra essa entrevista que aconteceu lá nesse prêmio