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​A cobertura do Fofoca Awards — evento idealizado por Keila Jimenez e Dennys Motta no palco do Cine Joia, na região central de São Paulo — rendeu não apenas prêmios e muita música com atrações como o Bonde do Tigrão, mas também revelações exclusivas.

​Em meio ao tapete vermelho e à agitação da noite que celebrou o jornalismo de celebridades, o jornalista e colunista Alessandro Lo Bianco conversou com a equipe da Revista Páhnorama. Sem filtro, ele falou sobre a nossa curiosidade inerente pelo mundo alheio, rebateu os ataques de haters trazendo uma frase célebre de Susana Vieira, avaliou a grande notícia do ano envolvendo Virgínia e Vini Jr., e ainda soltou uma bomba dos bastidores da televisão sobre as movimentações na cúpula da TV Globo para os próximos anos.​

A seguir, confira os melhores momentos dessa entrevista exclusiva!

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Revista Páhnorama: Lo-bianco, Por que que a gente gosta tanto de fofoca? Vou nem perguntar se você gosta, mas por que a gente gosta tanto?

​Alessandro Lo-bianco: Ah, eu acho que o ser humano é curioso por natureza, né? Então eu acho que assim, não tem nenhum ser mais curioso que o ser humano, né? As pessoas, a gente tá andando na rua, tem alguma movimentação, a gente para, a gente olha, quer saber. Eu acho que é um interesse sobre a vida dos outros, né? Quando a gente se interessa pela vida dos outros, indiretamente, é sobre a nossa vida também, enfim.

Revista Páhnorama: Agora, qual foi a maior fofoca falsa desse ano?

​Lo-bianco: Ah, a maior fake news, por exemplo. Ih, gente, agora você me pegou, hein. Ah, mas não tá me vindo nenhuma agora na cabeça.​

RP: Então, a maior fofoca verdadeira, o maior acontecimento da fofoca desse ano?

Lo-bianco: Ah, eu acho que esse ano, tá, tem uma das fofocas que tá até concorrendo a melhor fofoca do ano. Eu acho que foi tudo que gerou em torno desse namoro de Vini Jr. e Virgínia. A gente só falou nisso o ano todo, a verdade é essa. Eu acho que, é, separar, negociar o inegociável, eu acho que foi a notícia do ano

RP: Agora, assim, é, quero jogar aqui a oportunidade, ah, que tudo que você diz tem muita credibilidade, muita gente da nossa bolha, fora da bolha, te contesta muito e é muito hater. Como você responde isso?

Lo-bianco: Ah, eu, eu aposto no tempo, né? Eu aposto assim, ah, vão me atacar, vão tentar me desmentir, mas o tempo pode me inocentar, me absolver, né? E quando a gente vê que muda a rota, que houve um acordo, alguma coisa, a gente corre para atualizar, né? E endireitar a notícia. Mas hater é o, é uma coisa que sempre tem, sendo jornalista ou não, estando na televisão ou não.

​Revista Páhnorama: Se não tiver, tem alguma coisa errada, né? Se for tudo perfeito…

​Lo-bianco: Basta estar na internet para ter hater, né? E aí eu, uma vez vi a Susana Vieira falando assim: “Só não tem hater quem não é visto”. Aí eu levei isso pra vida, faz sentido.

RP: : Uma fofoca exclusiva agora?

​Lo-bianco: Hum, deixa eu ver. Uma boa para antecipar, eu diria para falar semana que vem. Poxa, eu vou furar meu programa segunda-feira, hein. A Globo tá pensando já em quem vai substituir a Renata Lo Prete no Jornal da Globo no final do ano que vem e o nome que tá sendo apontado, que eles estão conversando, é a Maju Coutinho. Sei que já tá gerando mó polêmica nos bastidores, tá meio dividido. Mas eu tô pensando, poxa, Maju Coutinho saindo do Fantástico, não dá para ser menos que uma cadeira do Jornal da Globo, né? Já veio do Jornal Hoje, Jornal Nacional.

Revista Páhnorama: Mas o JN, a Renata não sai tão cedo?

​Lo-bianco: Então, eu tô sabendo que final do ano que vem teria a cadeira da Renata, que ela só não saiu junto com o Bonner para não ser uma mudança muito agressiva e que a Camila Bomfim estaria cotada para essa vaga.

Revista Páhnorama: Agora me dá a impressão que pós-Gugu, que resolveu se aposentar para curtir a família, infelizmente não deu tempo, muita gente tá tendo essa linha de parar mais cedo, de não trabalhar tanto. É uma verdade?

​Lo-bianco: Eu sinto que sim. É, mesmo as pessoas que não tão parando, eu tô percebendo que elas tão revendo agenda, revendo tempo, tão buscando uma vida mais tranquila. É, eu vi hoje a entrevista do Faustão com o Bial, por exemplo, assisti à íntegra. E eu acho que é muito assim, né? É, passou aquela fase da gente trabalhar até morrer, né? Eu acho que chega um momento que família, né? Tem que, tem que ter um pouco de vida também fora do trabalho. E eu acho que o que aconteceu com o Gugu fez, fez outros apresentadores refletirem um pouco também sobre esse tempo, né? É, e aí eu acho que o Faustão foi nessa também

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