A diplomacia cultural não se restringe apenas a instrumentos tradicionais – como intercâmbios acadêmicos, museus, artes visuais ou relações diplomáticas formais –, mas passa a operar com potência expressiva dentro do campo da cultura pop e do entretenimento global. A economia criativa emerge então como um motor central desse processo, pois converte símbolos culturais em produtos, experiências e narrativas capazes de gerar valor econômico, engajamento internacional e percepção positiva de uma nação. Música, audiovisual, moda, design, storytelling e mídias digitais se tornam meios de circulação simbólica que influenciam como países são percebidos e desejados no cenário global.
Autor: Érica Correa
Resenha do livro “Da Sempre Tua”, de Claudia Tajes e Diana Corso
A TENTAÇÃO DOS ANÚNCIOS DE JOGOS DO TIGRINHO E OUTRAS BETS
RESENHA do livro “Rita Lee: uma autobiografia”
Livros empilhados, 2025/Fonte: Pixabay A máxima “bandido bom é bandido morto” representa uma das mais profundas falhas do pensamento social contemporâneo, especialmente quando analisada à luz dos dados sobre violência policial e da composição racial da população carcerária. Esta filosofia punitiva simplista não apenas falha em seus objetivos declarados de redução da criminalidade, como também perpétua ciclos de violência institucional direcionados desproporcionalmente contra populações negras e marginalizadas. Ao contrário, a penalização do indivíduo isenta as organizações criminosas fortes e organizadas que estão por trás de um cenário de crime muito mais complexo que a maioria das pessoas imagina. A Secretaria…
A Internet e as redes sociais transformaram profundamente como nos comunicamos e como a cultura pop se desenvolve e se dissemina globalmente. Elas criaram um ambiente digital onde informações e tendências culturais se propagam em velocidade sem precedentes, permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo compartilhem experiências e participem de conversas em tempo real. Esse artigo versa sobre uma verdade inventada: as coisas só acontecem quando estão postadas nas redes sociais. Minha adolescência aconteceu no boom das redes sociais, com o falecido Orkut. Aos 15, 16, recebi o convite de uma colega do colégio para ter uma conta no…
Na obra The Decay of Lying (1891), Oscar Wilde escreve: “a vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida”. Em 1° de dezembro de 2024, Selton Mello fez uma postagem nas redes sociais: para fazer uma cena não mais uma aquela cena eternizada em 35mm Rubens foi para nunca mais voltar uma das coisas mais difíceis que já fiz porque não podia me comover com o que sabia ele não sabia na hora, sem combinar, sorri para ela senti que era a coisa certa ouço muito o que sinto uma cena de um filme não…