Com uma trajetória que mistura arte, comunicação e atuação social, ele já tem experiência no cenário político: nas últimas eleições,…
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O caderno Política da Revista Pàhnorama traz análises críticas, debates e informações sobre o cenário político nacional e internacional. Com independência e rigor jornalístico, conecta leitores a decisões, impactos e tendências que moldam a sociedade, incentivando reflexão e participação consciente na vida pública.
Movimentações políticas, redes sociais e judicialização antecipada indicam que o Brasil já entrou no clima das Eleições 2026. Entenda os riscos.
Enquanto parte do público vê na homenagem da escola de samba Acadêmicos de Niterói uma celebração da trajetória de um personagem central da história contemporânea brasileira, críticos questionam o uso da festa popular como palco potencial de promoção política.
A realização do réveillon gospel no Maracanã, financiado com R$ 7 milhões de recursos públicos com inexigibilidade de licitação, expõe uma engrenagem política que ultrapassa o campo cultural e religioso. A matéria analisa como o Estado do Rio de Janeiro destinou verba pública a uma entidade privada ligada a uma liderança religiosa, sem transparência proporcional ao investimento e sem ampla cobertura jornalística do evento. Dados oficiais, registros administrativos e a ausência de informações verificáveis sobre público e execução levantam questionamentos sobre laicidade do Estado, uso eleitoral da fé e alianças políticas no contexto pré-eleitoral de 2026. O episódio é tratado como sintoma de um modelo de gestão pública que mistura poder religioso, orçamento estatal e conveniência política, com impactos diretos sobre a democracia e o controle social dos gastos públicos.
Ano de 2026 começa com incertezas Por Eduardo Mello | Rio de Janeiro, 03 de Janeiro de 2026 — 16h00…
Todo começo de ano carrega a promessa simbólica de recomeço.Mas 2026 deixa claro, logo na largada, que o calendário muda…
A Petrobrás indicou que poderá manter o Acordo Coletivo de Trabalho e as cartas-compromisso caso a proposta em negociação seja aprovada até esta terça-feira. A FUP atua para evitar um dissídio coletivo no TST e garantir que grevistas não sejam punidos.
A reação de Zezé Di Camargo à presença do presidente Lula na inauguração do SBT News trouxe um debate recorrente no Brasil: o papel das emissoras de televisão na relação com o poder político. Ao criticar publicamente a decisão da família Abravanel, o cantor reacendeu discussões sobre o legado de Silvio Santos, que ao longo de décadas manteve diálogo institucional com presidentes de diferentes espectros ideológicos, priorizando a sobrevivência e a relevância de sua emissora no cenário nacional.
O episódio expõe não apenas divergências políticas individuais, mas também um embate simbólico entre memória, tradição empresarial, liberdade editorial e expectativas do público em um país marcado pela polarização. A presença de Lula no SBT, longe de representar uma ruptura, segue uma lógica histórica da emissora, que sempre transitou entre governos, regimes e conjunturas para se manter como uma das principais vozes da televisão brasileira.
A renúncia ocorre enquanto Carla Zambelli permanece fora do país. Em julho deste ano, a parlamentar foi presa na Itália, onde se encontra desde que deixou o Brasil alegando buscar asilo político. Detentora de dupla cidadania, ela foi condenada pelo STF a dez anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça, crime ocorrido em 2023 e considerado grave por envolver ataque direto à estrutura do Judiciário.
O Brasil inicia 2026 com o clima institucional mais carregado desde 2014. A cada quatro anos o país revisita seus…